Centro de Cirurgia da Vesícula Porto Alegre

Atendimento : De segunda a sexta das 8h às 18h
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Complicações

COMPLICAÇÕES


  • Colecistite (Inflamação da Vesícula Biliar)
    A colecistite é uma inflamação da vesícula biliar e se desenvolve, na maioria dos casos, quando uma pessoa possui cálculos (pedras) biliares. A colecistite pode ser dividida em duas categorias: aguda e crônica. Os dois tipos são diferenciados de acordo com a intensidade e a frequência com que a dor é sentida.
  • Colecistite aguda: episódio intenso e repentino de dor abdominal em cólica, localizado normalmente abaixo das costelas a direita.  A dor pode durar de 6 a 8 horas e costuma ser precipitada pela alimentação. Normalmente associado a náuseas e vômitos Febre alta e icterícia (amarelão) podem ocorrer.
  • Colecistite crônica: repetidas crises de colecistite causam alterações da vesícula que resultam em dores abdominais frequentes. Dependendo da gravidade e do tempo de inflamação, podem ocorrer lesões de órgãos vizinhos como intestinos e canal da bile. A colecistectomia (remoção da vesícula biliar) é o tratamento indicado, normalmente acompanhado do uso de antibióticos.
  • Coledocolitíase (Pedras no Canal da Bile)
    Coledocolitíase é a presença de pedras no canal da bile (ducto que leva a bile produzida no fígado até o intestino delgado).  Algumas pedras podem ser muito grandes para passar para o intestino e acabam obstruindo o canal da bile.
    Essa obstrução pode resultar em:
    – Icterícia: cor amarelada da pele e da parte branca dos olhos.
    – Colangite: inflamação das vias biliares, secundária a obstrução da mesma.
    – Pancreatite: inflamação do pâncreas. Os cálculos (pedras) que obstruem o canal da bile podem bloquear também o ducto pancreático, já que compartilham a mesma saída. Essas condições, muitas vezes, necessitam de outros exames complementares para o seu
    diagnóstico como Ressonância Nuclear Magnética (Colangiorressonancia) ou procedimentos endoscópicos.
    O tratamento da coledocolitíase (quando não tem resolução espontânea ou em casos complicados) pode ser realizado por endoscopia (CPRE – Colangiopancreatografia Endoscópica Retrógrada) ou de forma cirúrgica. Em qualquer uma das opções deve-se complementar o tratamento com a colecistectomia (retirada cirúrgica da vesícula).